Não que ela gostasse, mas ele até que tinha um charme. Ficava por ali nas redondezas mostrando que existe e exibindo um sorriso largo para ela notar qualquer coisa de valor. Não que ela se importasse, mas ela perdia sim alguns minutos tentando entender o que aquele cara mais ou menos despertava nela.
[E se ele estivesse de costas ela ainda assim o identificaria]
Não que isso insinue algo, mas ela reparou que ele bebia sempre as mesmas doses em goles cheios, limpando a boca com o canto da camisa de algodão que ele ganhou no verão de dez anos atrás. Não que ela repare, mas os olhos deles têm se olhado mais que antes e alguma coisa deu pra brilhar esquisito e acelerado no meio desse pouco caso todo.
2 de mar. de 2009
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Daia, eu estava de bem com a crise até que vi isso aqui:
ResponderExcluirhttp://ilustradanopop.folha.blog.uol.com.br/arch2009-03-01_2009-03-07.html#2009_03-04_19_12_42-125924377-0
Poxa, meu blog não tem enviado os comentários ao meu email. Mas o que a boemia pode tirar além do tutu (que afinal ganhamos para gastar com ela)?
ResponderExcluirNotícia bombástica: o Ibotirama foi fechado!