
Tenho pensado muito neste sentimento que fica arranhando quando se vai um amor. Rita Apoena soube descrever lindamente.
Não adianta fazer metáforas para compreender o rancor inato de alguém. Só há rancor onde houve história e, se houve uma história, houve também leveza. No último vendaval, uma árvore caiu na rua, despencando grotesca e sem amparo, mas algumas folhas desgarradas caíram leves, pousando nela, depois.
É sempre doloroso recomeçar, mas recomeçamos. Um novo amor. Novos sorrisos. Novos apertos. Novos embaraços.
Não adianta fazer metáforas para compreender o rancor inato de alguém. Só há rancor onde houve história e, se houve uma história, houve também leveza. No último vendaval, uma árvore caiu na rua, despencando grotesca e sem amparo, mas algumas folhas desgarradas caíram leves, pousando nela, depois.
É sempre doloroso recomeçar, mas recomeçamos. Um novo amor. Novos sorrisos. Novos apertos. Novos embaraços.
Devagarinho.

Sabia que a Rita estudou comigo no colégio? Ai, que orgulho! :)
ResponderExcluirA idéia que me vem, é que a Rita sempre saberá viver com classe.
ResponderExcluirE vc também, por identificar onde está a beleza.
Parabéns moça.
estava precisando ler isso hoje.
ResponderExcluirmuito bom.
abraços
Rita descreve TUDO lindamente. :)
ResponderExcluiré o amor...
ResponderExcluir;|
rancor, dor, sofrimento, raiva, mágoa, essa coisa misturada...
dor de amor...
;´)