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12 de nov. de 2008

O amor espatifado


Tenho pensado muito neste sentimento que fica arranhando quando se vai um amor. Rita Apoena soube descrever lindamente.

Não adianta fazer metáforas para compreender o rancor inato de alguém. Só há rancor onde houve história e, se houve uma história, houve também leveza. No último vendaval, uma árvore caiu na rua, despencando grotesca e sem amparo, mas algumas folhas desgarradas caíram leves, pousando nela, depois.

É sempre doloroso recomeçar, mas recomeçamos. Um novo amor. Novos sorrisos. Novos apertos. Novos embaraços.

Devagarinho.

5 comentários:

  1. Sabia que a Rita estudou comigo no colégio? Ai, que orgulho! :)

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  2. A idéia que me vem, é que a Rita sempre saberá viver com classe.
    E vc também, por identificar onde está a beleza.
    Parabéns moça.

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  3. estava precisando ler isso hoje.
    muito bom.

    abraços

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  4. Rita descreve TUDO lindamente. :)

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  5. é o amor...
    ;|

    rancor, dor, sofrimento, raiva, mágoa, essa coisa misturada...
    dor de amor...

    ;´)

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