Eu conheci a Miranda July este final de semana por causa da moça da pesquisa de carros. Eu sempre quis responder pesquisas de mercado, isso sempre foi quase o maior sonho da minha vida, mas nunca pude por ser jornalista. No sábado não, no sábado eu podia, eu até perguntei pra ela “pode mesmo?” e “pode”, podia.
Acontece que era uma pesquisa sobre carros e a primeira pergunta era você tem carro? Não, eu não tenho carro. Você dirige? Não, eu não dirijo. E foi assim que eu fui excluída da minha primeira participação em uma pesquisa de mercado dois segundos depois de conseguir participar de uma.
Vale dizer que isso aconteceu dentro de uma livraria e, andando em círculos, involuntariamente, me deparei com uma linda capa de livro onde uma pessoa de uns três metros de altura abraça uns quatrocentos travesseiros.
É claro que você sabe do que eu estou falando, dizia o livro em letras garrafais, quase gritando comigo um “eu também me fodo, sua egoistazinha, olha aqui pra mim”.
Enfim, recomeço.
Dia lindo hoje.
Acontece que era uma pesquisa sobre carros e a primeira pergunta era você tem carro? Não, eu não tenho carro. Você dirige? Não, eu não dirijo. E foi assim que eu fui excluída da minha primeira participação em uma pesquisa de mercado dois segundos depois de conseguir participar de uma.
Vale dizer que isso aconteceu dentro de uma livraria e, andando em círculos, involuntariamente, me deparei com uma linda capa de livro onde uma pessoa de uns três metros de altura abraça uns quatrocentos travesseiros.
É claro que você sabe do que eu estou falando, dizia o livro em letras garrafais, quase gritando comigo um “eu também me fodo, sua egoistazinha, olha aqui pra mim”.
Enfim, recomeço.
Dia lindo hoje.

Nenhum comentário:
Postar um comentário