O que eu mais gostei no novo trabalho foi a possibilidade de ser eu mesma. Pela primeira vez na vida trabalho com algo que realmente gosto, de cara, sem ter que me esforçar para aprender a gostar. Antes, quando não dava pra gostar, tinha que tolerar. Anos e anos engolindo sapos grandes e feios e malvados.
Na quarta fui à pré-estréia de O Banheiro do Papa (César Charlone / Enrique Fernandez). Entrou no circuito esse final de semana nesses unibancos da vida. Muito bom. É baseado numa história real, quando o Papa passou pelo Uruguai em 1988 e um cara decidiu fazer um banheiro na sua casa para alugar aos fiéis que passariam pela região. A história em si é triste, mas o roteiro traz ótimas sacadas. Eu diria tragicômico. Outros classificam como agridoce.
Na quinta ganhei um siri gigante. Sei que parece absurdo, mas foi a mais linda demonstração de amor que recebi na vida. Era uma tarde de chuva no alto da cidade. Uma historinha com referências a tudo que eu gosto, como Woody Allen, Bob Dylan, Tatá Aeroplano, comida mexicana, entre muitos outros detalhes. Agradeci com uma lágrima o presente mais bonito que eu poderia receber.
O amor é um objeto pontiagudo.
Semana de muita chuva.
De muita coisa.
Sobre mim.
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fiquei curiosa com a historinha... não vai rolar nem um trailerzinho dela?
ResponderExcluirÉ flexa [já diz a mitologia] e faca amolada...[diz a canção], esse tal de Amor... ;* ou ainda "faca de dois legumes" [Chacal] ;D
sem trailerzinho em respeito a quem me presenteou. sei que você entende :]
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