
Tem uma frase neste novo livro da Maitê Proença onde ela diz que corajoso não é aquele salta do avião de pára-quedas, mas aquele que tem medo e, ainda assim, segue em frente.
De tudo o que aprendi na vida até hoje, muito veio da minha enorme cara de pau. Adoro me fazer de louca e ver que dá certo. Sou uma espécie de metralhadora que atira incessantemente nos alvos. O que acerto é lucro. O que não acerto esqueço rápido. Nunca foi fácil, mas vou até o fim. Com frio na barriga, com as mãos trêmulas, com a garganta seca. Vou e encaro.
Aprendi a enfrentar tudo o que aparece na minha frente. Tenho, de verdade, muito orgulho disso. De ser o que sou, como sou, apesar de todas as imperfeições que vêm no pacote.
Ontem eu tive coragem de dizer NÃO a uma situação que eu sempre disse SIM. Doeu, chorei e fiquei emburrada no meu quarto, mas acordei feliz ao ver que eu fui mais forte que... eu. Porque uma versão de mim é calma, espiritualizada, generosa e dócil. A outra é louca, inconseqüente, caótica e suicida.
Não digo que é a luta do bem contra o mal, mas é a luta pelo equilíbrio de dois eus que realmente amo. Porque amo minha sensibilidade com o mundo, mas amo também meu entorpecimento. Vejo beleza no céu e no inferno. No meu lado santa e no meu lado puta. Minhas gargalhadas e minhas lágrimas surgem sempre do mesmo lugar. Não tenho como controlar os caminhos que esses sentimentos percorrem, só sei que eles existem, se jorrando de mim. Mas tudo bem que seja assim. Meu céu e meu inferno, mas meus. Tão meus, só meus e isso me basta.
De tudo o que aprendi na vida até hoje, muito veio da minha enorme cara de pau. Adoro me fazer de louca e ver que dá certo. Sou uma espécie de metralhadora que atira incessantemente nos alvos. O que acerto é lucro. O que não acerto esqueço rápido. Nunca foi fácil, mas vou até o fim. Com frio na barriga, com as mãos trêmulas, com a garganta seca. Vou e encaro.
Aprendi a enfrentar tudo o que aparece na minha frente. Tenho, de verdade, muito orgulho disso. De ser o que sou, como sou, apesar de todas as imperfeições que vêm no pacote.
Ontem eu tive coragem de dizer NÃO a uma situação que eu sempre disse SIM. Doeu, chorei e fiquei emburrada no meu quarto, mas acordei feliz ao ver que eu fui mais forte que... eu. Porque uma versão de mim é calma, espiritualizada, generosa e dócil. A outra é louca, inconseqüente, caótica e suicida.
Não digo que é a luta do bem contra o mal, mas é a luta pelo equilíbrio de dois eus que realmente amo. Porque amo minha sensibilidade com o mundo, mas amo também meu entorpecimento. Vejo beleza no céu e no inferno. No meu lado santa e no meu lado puta. Minhas gargalhadas e minhas lágrimas surgem sempre do mesmo lugar. Não tenho como controlar os caminhos que esses sentimentos percorrem, só sei que eles existem, se jorrando de mim. Mas tudo bem que seja assim. Meu céu e meu inferno, mas meus. Tão meus, só meus e isso me basta.

Dr. Jekyll and Mr. Hyde would be proud. Meu superego e meu id te adoram. O primeiro te acha uma moça muito direita, o segundo adora sua porralouquice. Eu me amarro no seu bom gosto, e eu também. Beijos nossos,
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