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9 de mai. de 2008

Lágrimas de guarda-chuva

Lindo esse título, não? Nome de uma peça que eu vi hoje no Guia da Folha.

Poesia ou qualquer coisa do tipo: Ele tem pudores, mas eu gosto. Ele é careta, mas eu gosto. Ele é ranzinza, mas eu gosto. Não sei bem como se deu, só sei que o vi e alguma coisa mudou imediatamente dentro de mim. Desde então sinto que parte de mim se deslocou, enquanto um objeto ainda não identificado se alojou e, por fim, se estabeleceu. De tanto ficar, impregnou feito tatuagem.

Hoje: Cérebro Eletrônico. Matéria gigante na Folha. Graaaaaaaaaaaaaaande Tatá. Aliás, estou indo. Depois eu conto, se me lembrar.

Um comentário:

  1. Lágrimas de guarda-chuva podia ser o bizarro de gosto de rabo de crocodilo (porque gosto de cabo de crocodilo fica muito feio).

    O Chávez tinha que enforcar o funcionário dele que praticamente proibiu os Simpsons de passar na TV da Venezuela. Fora isso, tô adorando.

    Adoro saber dum poeta se dando bem com uma escritora, principalmente quando é uma escritora de excelente estirpe. Dá um quentinho gostoso de continuidade da minha espécie.

    Por isso que não dirijo nem a pau.

    Quero ouvir. Parece que eles fazem tudo, fazem quase tudo. Mas eles são mudos?

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