Pós-feriado.
Quase uma semana de festas, bebedeira, muitos filmes e uma pilha de livros que cresceu desordenada ao lado da cama. Hoje tem mais e não estou me agüentando. Não sei bem onde quero chegar. Pensei em me desligar, mas o silêncio me aborrece. Mais um rádio que se quebrou, bem na minha música preferida do Tom Zé.
Menina, amanhã de manhã
quando a gente acordar
quero te dizer que a felicidade vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens, vai
desabar sobre os homens
Não sei o que acontece. Deve ser a grande greve geral dos eletrodomésticos da minha casa.
Perdi a Balada Literária. Perdi o Popular do Paulo Scott e hoje vou perder de novo (19h30 no SESC Consolação) porque decidi que agora quero mudar drasticamente de rumo bem em cima da hora. Agora vai ser sempre assim. Vou planejar e fugir dos meus planos quando eles estiverem prestes a acontecer.
A gente vai tentando novas formas de diversão. Só isso. Sem questionamentos, por favor.
Sabe por que existe o aperto de mão? Para mostrar ao outro que você está desarmado. Isso não é muito interessante? Eu adoro o Truffaut.
Não estou conseguindo ser linear. Sim, estou sóbria. Tem muita coisa acontecendo e pouca a ser divulgada. A propósito, preciso voltar ao mundo agora.
E todo meu amor ao Thiago, nesse momento difícil.
21 de nov. de 2007
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